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Cristãos podem ser defendidos pelo governo paquistanês? PDF Imprimir E-mail
Paquistão - Durante uma cerimônia em Katasraj Temple (complexo de templos que fica em Chakwal, no Paquistão, o primeiro-ministro, Nawaz Sharif, se pronunciou fortemente contra as leis de blasfêmia no país. “Não está longe o dia em que o Paquistão será visto como um país que é amigo também das minorias”, afirmou. Ele defende que seu goveno está tomando as medidas necessárias para melhorar 
a qualidade de vida das pessoas que pertecencem a pequenos grupos religiosos, como os cristãos. Segundo a imprensa local, há um comitê no Senado que foi criado exclusivamente para lidar com as questões relacionadas ao uso indevido das leis de blasfêmia. Descobriu-se, inclusive, um relatório que estava parado há 24 anos, onde continha propostas de várias modificações legislativas. “Sabemos que houve inúmeros esforços para alterar as leis de blasfêmia no Paquistão ou, pelo menos, limitar suas devastadoras consequências, que afetam particularmente as minorias religiosas do país. Mas até agora, os grupos radicais sempre se mostraram mais fortes. Políticos já morreram por essa causa, sendo assassinados pelos extremistas por terem coragem de dizer a verdade. Não tem como saber se essas iniciativas políticas recentes serão bem-sucedidas, somente nos resta esperar para ver”, comenta e finaliza um dos colaboradores da Portas Abertas. Fonte: Portas abertas
 
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